quinta-feira, 29 de maio de 2008

Ah, é Edmundo!!!

Essa é do meu amigo Duda Monteiro:
- Edmundo entrou para a história. Bateu o primeiro pênalti por cima da barreira...da barreira do Vasco!!


quarta-feira, 28 de maio de 2008

Intolerância (2)

Tem um argumento novo por aí.
Muito interessante. Muito pertinente.
Ontem, numa banca de jornal em Vila Isabel, ele me foi apresentado novamente. Passava eu pela banca e fui ferido por essa "bala perdida verbal".

A tese é a seguinte: se o Fluminense ganhar a Libertadores, o Botafogo, que passaria a ser o único clube carioca sem a conquista, se tornaria um time pequeno. Um América. Ameriquinha, para ser mais exato. Um Banguzão.
Essa tese, para alguns, tem um desdobramento ainda mais trágico: o Botafogo acabaria. Ficaria tão inexpressivo que acabaria. Uma chama que se apagaria.

O Botafogo vai acabar! (e ainda vão colocar a culpa no Perivaldo, aquele cachorro com a estrela no pêlo...tadinho dele e de sua patinha fria...).
Estranho. Eu achava que o que mantinha um clube vivo era a ligação com os seus torcedores. Mas me enganei. O sucesso alheio é fatal. Só os "dinossauros" não entendem essas coisas modernas. O mundo mudou para melhor, otários!
Em primeiro lugar, os maiores esforços para acabar com o Botafogo partem de dentro do próprio clube. Nos últimos anos tivemos alguns Hércules e seus 12 trabalhos que atuaram com competência para alcançar esse objetivo. Quase conseguiram...
Mas quero voltar ao argumento acima. Se o Fluminense for campeão o Botafogo vai acabar!! Alvinegros, aproveitem!!!!É só até o fim da Libertadores (eu acho que vai dar Fluzão)!! Depois não tem mais!!

Tenho medo desse tipo de raciocínio. Não por causa do Botafogo. Tem muita coisa mais importante do que o Botafogo e o futebol.
Tenho medo do que está por trás desse raciocínio.

"Você não TEM, então não faz parte".
"Você é inferior, portanto não pode sentar conosco".

"Você ganha mal, então você é um merda".
"Você não tem um carro do ano, então você está por baixo".
"Você não tem título, glória, louros, currículos, então não será ouvido, convidado, amado".

Tenho medo desse tipo de coisa.
Quem conhece um pouquinho de história sabe o que esse tipo de coisa já fez muito mal ao mundo.
Toc, toc, toc.

P.S.: Sempre tive simpatia pelo Manchester United. Se o Fogão, acabar, serei Manchester. Espero que os amigos do Botafogo da Paraíba e do Botafogo de Ribeirão Preto não fiquem magoados. Mas é que o mundo é uma Liga dos Campeões. E eu não quero torcer para mais um clube que pode acabar. Aí vou virar pé-frio. Vocês entendem, né?


Intolerância (1)

Por que o Fluminense não pode eliminar o Boca Juniors?
É proibido?
Detalhe: eu não torço para o Fluminense. Nem tenho parente tricolor.
Por que o Fluminense não pode ser campeão da Libertadores?
Por que não tem "tradição em competições internacionais"?
Onde se compra isso?
Ou é impossível comprar e só está ao alcance dos "eleitos"?
O possante Once Caldas tinha tradição quando derrotou o Boca e foi campeão?

Qual foi o time que se sagrou campeão da Libertadores já com "tradição em competições internacionais"?
Quem formulou esse argumento é o mesmo cara que pede dois anos de experiência para estagiários?


Rivalidade é uma coisa gostosa quando fica na gozação, quando gera uma gargalhada, quando anima um ambiente, quando descontrai e aproxima as pessoas. Vale secar o adversário? Claro que vale, faz parte.
Mas sem mostrar os dentes.
Quando isso começa a virar uma sensação de angústia diante da iminente vitória do outro (contra outro time!!!), quando as pessoas se dizem sinceramente apavoradas porque "eles vão ganhar, não tem jeito", vira doença. Raiva. Intolerância.
Quando sai do plano normal, é coisa de gente que compensa frustração pessoal com futebol. Futebol é fonte de prazer, não de realização. A minha felicidade nos pés do Diguinho!?!?! Eu, hein!!! Deus me livre!!! Mas para perceber isso há de se ter um pouquinho de talento para viver. E ter esse talento, eu garanto, é um pouquinho mais difícil do que ter "tradição em competições internacionais".


Eu cresci vendo o meu time tomar pancada. Mas nem por isso deixei de gostar de futebol, muito pelo contrário.
Talvez isso tenha me tornado mais ecumênico? Mais babaca, talvez? Cresci admirando os outros e isso me deixou meio "bundão"? O espírito de derrotado amolece a alma, torna alguém mais compreensivo? As derrotas do meu time me tornaram um cara mais tolerante? (que argumento inteligente, não?).
É bem possível que isso tudo seja verdade.
Graças a Deus.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O verso: "Mulher sem razão"

Essa é para todo mundo que sonha, sonha, sonha....mas tem dificuldades para “tirar o avião do chão” (e nesse grupo está incluído o blogueiro aqui...).
No cd “Maré”, de Adriana Calcanhoto, lançado recentemente, um dos bons momentos é a música “Mulher sem razão”, do trio Dé, Bebel Gilberto e Cazuza. E um dos versos....Bem, não cabe comentário. Basta transcrevê-lo:

Sonhar só não dá em nada

É uma festa na prisão



A letra: "Novidade" (Rodrigo Maranhão)

É fera. O nome dele é Rodrigo Maranhão, compositor que já foi gravado por Maria Rita ("Caminho das Águas" e "Recado"). O ótimo cd da ótima Roberta Sá tem "Novidade", mais uma jóia do fino artesanato musical de Maranhão.
É uma daquelas músicas que dão saudade quando acabam de tocar. Aliás, um dos versos diz que "a saudade é de matar".

"NOVIDADE" (Rodrigo Maranhão)

Devagar...
esquece o tempo lá de fora
Devagar...
esqueça a rima que for cara.

Escute o que vou lhe dizer,
Um minuto de sua atenção:
Com minha dor não se brinca,
já disse que não
Com minha dor não se brinca,
já disse que não.

Devagar
Devagar com o andor
Teu santo é de barro
E a fonte secou.

Já não tens tantas verdades pra dizer
Nem tampouco mais maldades pra fazer
E se a dor é de saudade
E a saudade é de matar
Em meu peito a novidade
Vai enfim me libertar


sábado, 24 de maio de 2008

Colete amigo

Ainda não há confirmação oficial, mas o boato cresce a cada dia: como o "fogo amigo" é uma especialidade no governo do PT, Carlos Minc já teria encomendado uma nova coleção de coletes para usar em Brasília. Todos à prova de bala.
Parece que um deles tem um monte de carinha do Mickey. Muito fofo.


Carlos Biro Biro x Marina Maradona?

Não é verdade!! Gaiatos andam espalhando por aí que o governo pensou em fazer uma enquete semelhante à da Coca-Cola para decidir quem é melhor, Carlos Minc ou Marina Silva. É tudo mentira.
Não pegaria bem ver o povão chamando o Minc de "Ministro Biro Biro". Por mais que o visual do ex-jogador chame a atenção para a preservação do mico-leão-dourado, o que é sempre importante, né?


Saramago chorou e ganhou beijo de Meirelles

O escritor português José Saramago chorou no final de "Blindness" (baseado no seu livro "Ensaio sobre a cegueira"). Ele assistiu ao filme ao lado de Fernando Meirelles e ganhou do cineasta brasileiro um carinhoso beijo na careca.
Para quem não viu, é só acessar http://br.youtube.com/watch?v=Y1hzDzAvJOY&eurl/.



sexta-feira, 23 de maio de 2008

Óculos do Drummond

Eu sei que muita gente vai achar politicamente incorreto...
Mas será que não dá para colocar lente de contato na estátua do Drummond?? (do grande e inesquecível Drummond, cujo nome não merece estar envolvido numa polêmica tão chata)...
Ninguém agüenta mais o farto noticiário sobre mais um par de óculos roubado!!!
Além do mais, cada matéria é um troféu para os vândalos. Não é notícia de serviço nem de interesse público. Por que noticiar, então?



quinta-feira, 22 de maio de 2008

Será que agora vai?

A campanha do Fluminense na Libertadores pode dar ao Maracanã um presente: pela primeira vez, em seus cinquenta e oito anos de história, o estádio abrigaria uma finalíssima de Libertadores.
Em duas oportunidades o "Maraca" foi palco do primeiro jogo decisivo de uma Libertadores: em 1963 (Santos x Boca) e em 81 (Flamengo x Cobreloa).

Dois momentos de pessimismo

Ontem, aos 45 minutos do segundo tempo, os tricolores estavam no auge do pessimismo quanto às chances de classificação para a semifinal da Libertadores.
Hoje, pela manhã, já tinha tricolor novamente pessimista:
- Sei não, esse negócio do Gabriel marcar o Tévez na final do Mundial não vai dar certo...


Um minuto depois do nada

Para o imortal Nelson Rodrigues o Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada.
Ontem o atacante Dodô escreveu, com os pés, uma frase parecida.
O segundo gol do Fluminense saiu, literalmente, UM MINUTO DEPOIS DO NADA.
Nada mais salvaria o Tricolor depois do gol de Adriano, pensaram os tricolores pessimistas (cá entra nós, os otimistas pensaram a mesma coisa...).
Mas Dodô e Washigton provaram que depois do nada existe vida.


A vida continua

O blog ficou um tempo fora do ar, por causa de problemas particulares.
Ninguém sentiu falta, é claro.
Ninguém, não...Eu senti! Muita!
Aproveito para agradecer aos amigos pelo apoio no momento complicado.
Vida que segue, dentro do possível.
Abraços para os marmanjos e beijos para as moças.


segunda-feira, 21 de abril de 2008

Rumo a Tóquio!!!!!!!!

O Botafogo venceu três vezes o time de melhor campanha na Libertadores, o Fluzão.
Logo, por enquanto, o Fogão é favorito ao título continental!
O que atrapalha os planos de Cuca é que o alvinegro não está disputando a competição...
Mais um complô, é claro...


Músicas com nomes de produto (5)

Direto de Santa Catarina, minha amiga Camile Magalhães lembrou uma música de Chico Buarque que também está na história do cinema brasileiro.

Bye, Bye, Brasil

No Tocantins
O chefe dos parintintins
Vidrou na minha calça Lee
Eu vi uns patins pra você
Eu vi um Brasil na tevê

Músicas com nomes de produto (4)

Renato Nogueira lembrou de um clássico de João Bosco e Aldir Blanc.

"Dois para lá, dois para cá"

No dedo um falso brilhante, brincos iguais ao colar
E a ponta de um torturante band-aid no calcanhar
Eu hoje me embriagando de uísque com guaraná
Ouvi tua voz murmurando, são dois pra lá dois pra cá

Músicas com nomes de produto (3)

Eu não consegui me lembrar nem de uma cujo nome do produto está no título...Que vergonha...Mas Simone Gondim lembrou! E de quebra ainda tirou do fundo do baú uma dos "Inimigos do Rei".

Geração Coca-Cola (Legião Urbana)

Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola

Uma barata chamada Kafka

Você mora na barata ribeiro
Num edifício
Que tem um buraco
Perto do chuveiro
Já se drogou com Detefon, Insetizan,
fumou Baygon
Tudo quanto é tipo de veneno
Você acha bom...


Músicas com nomes de produto (2)

Minha amiga Flávia Ribeiro lembrou de duas músicas dos Mamonas Assassinas. E me fez lembrar de outra, de Chico Cesar.

Pelados em Santos (Mamonas Assassinas)

Oxente Paraguai!
Pro Paraguai ela não quis viajar
Oxente Paraguai!
Comprei um Reebok e uma calça Fiorucci, ela não quer usar
Oxente Paraguai!
Eu não sei o que faço
pra essa mulher eu conquistar.
Por que ela é linda,
Muito mais do que linda,
Very, very beautiful!

Chopis Centis (Mamonas Assassinas)

Quanta gente, quanta alegria
A minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia
Quanta gente, quanta alegria
A minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia

Mama Africa (Chico Cesar)

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem de fazer mamadeira todo dia
Além de trabalhar como empacotadeira
nas Casas Bahia

Músicas com nomes de produto (1)

Descobri que minha memória musical é uma vaga lembrança...
Meu amigo Pedro Paulo Malta, além de grande cantor (é uma das feras do espetáculo "Sassaricando"), é um grande pesquisador de música.
Ele lembrou de NOVE MÚSICAS COM NOMES DE PRODUTO! NOVE! Aliás, alguns nomes são de empresas, ok?

Aí vão elas:


Raul Seixas, em "Tu és o MDC da minha vida"

(...)Eu sei que dia a dia aumenta o meu desejo
E não tem Pepsi-Cola que sacie
A delícia dos teus beijos
Quando eu me declarava você ria
E no auge da minha agonia eu citava Shakeaspeare
Não posso sentir cheiro de lasanha
Me lembro logo das Casas da Banha
Onde íamos nos divertir
Eh! Hoje meu Sansui-Garrard-Gradiente
Só toca mesmo embalo quente
Pra lembrar do teu calor (...)

Baticum (Gilberto Gil - Chico Buarque/1989)



(...)
Veio Mané da Consolação
Veio o Barão de lá do Ceará
Um professor falando alemão
Um avião veio do Canadá
Monsieur Dupont trouxe o dossier
E a Benetton topou patrocinar
A Sanyo garantiu o som
Do baticum lá na beira do mar
Aquela noite
Quem tava lá na praia viu
E quem não viu jamais verá
Mas se você quiser saber
A Warner gravou
E a Globo vai passar
(...)


Aquela noite
Tinha do bom e do melhor
Só tô lhe contando que é pra lhe dar água na boca
Zeca pensou: antes que era bom

Mano cortou: brother, o que é que há
Foi a G.E. quem iluminou
E a MacIntosh entrou com o vatapá
O JB fez a crítica
E o cardeal deu ordem pra fechar
O Carrefour, digo, o baticum
Da Benetton, não, da beira do mar



Tom Jobim, em "Chansong"

My life is such a mess
Let's have a Brahma
I'm happy that you called
I really feel touché
It's been a long, a very long time
Since a Brazilian has been in Paris
Com você

Chico Buarque e Caetano Veloso, em "Vai levando"

Mesmo com toda a fama
Com toda a Brahma
Com toda a cama
Com toda a lama
A gente vai levando
A gente vai levando
A gente vai levando
A gente vai levando essa chama

Tom Jobim e Newton Mendonça, em "Desafinado"

Fotografei você na minha Rolley Flex
Revelou-se a sua enorme ingratidão

Noel Rosa, em "João Ninguém"

João Ninguém
Não trabalha e é dos tais
Que joga sem ter vintém
E fuma Liberty Ovais

Paulo Gesta e A. Rocha, em "Lulu de madame"

Queria ser Lulu
De madame francesa
Pra passear de dia em uma Cadillac
Apreciando as maravilhas
Da natureza


J. Cascata, em "Minha palhoça"

Tem um cavalo que comprei em Pernambuco
E não estranha a pista
Lá tem jornal, lá tem revista
E uma Kodak para tirar nossa fotografia
Vai ter retrato todo dia
Um papagaio que eu mandei
Vir do Pará
Um aparelho de rádio batata
E um violão que desacata

terça-feira, 15 de abril de 2008

Serei um bom partido

A mensagem do orkut hoje é:

"Você vai herdar uma grande quantia em dinheiro"

Me aguardem...


segunda-feira, 14 de abril de 2008

Rumo ao Guiness!!!!!!!!!!!!!

O texto sobre as músicas com nome de produtos estabeleceu o recorde de comentários em um mesmo post no "Joio&Trigo"!
Três comentários! E de duas pessoas diferentes!!! Obrigado, Flavinha!! (ela postou dois...)
Já estou começando a incomodar...
Mas permanecerei humilde.



Ele está no meio de nós!

Este post é meio mórbido, mas é uma questão importante, algo que deve acontecer com muita gente.
O trecho da matéria da Veja que está nas bancas foi direto ao assunto: a turnê de Charles Aznavour, que está chegando ao Brasil, serve para lembrar que ele está vivo. Eu tenho a impressão de que muita gente tinha a mesma sensação.
Com sinceridade: eu achava que ele já não estava entre nós..Há muuuuuuuito tempo eu não ouvia falar de Charles Aznavour (e eu cresci ouvindo suas músicas, pois meu pai é fã dele). Pode ser que eu seja desinformado, é óbvio...E aí a minha ignorância acabou "matando" o grande chansonnier.

Todo mundo já se deparou um dia com essa questão: "E fulano, hein? Está vivo ou morreu?"
Charles Aznavour está vivo, com 83 anos. Muita saúde e muito sucesso para ele!
A propósito: aqui no Rio o show será no Vivo Rio...

Qualé, Baixinho?!?!?!

Romário, meu filho, três coisas não devem ser emprestadas. Jamais!

- Ferrari
- Caneta Bic
- Livro (os bons; os ruins devem ser dados...)

Voltam com defeito...ou não voltam. Ferrari pode voltar batida, a caneta pode voltar mordida (quando volta...) e o livro pode voltar amassado (quando volta...).
Confesso: eu empresto livro...Mas só para aqueles que eu sei que vão devolver...Mas Ferrari eu não empresto. Não adianta pedir!!
Um amigo engraçadinho disse: "Mulher também não se empresta, né?"
Mulher não é objeto, Mané!
Aliás, desse assunto o Baixinho entende...E muito!


domingo, 13 de abril de 2008

A dengue mata o amor

Aconteceu na semana passada. Um amigo trocava e-mail com pessoa do sexo oposto, que mora em outra cidade. Ele, obviamente cheio de más (ou boas?) intenções, pergunta quando a moça vem ao Rio. A saudade é grande e o encontro já estava passando da hora, vocês sabem como são essas coisas, né? Mas...
Sincera, a moça disparou:
- Pros seus lados eu não vou tão cedo. Tem muito mosquito por aí...
Só me ocorreu um comentário para consolá-lo:
- É o fim da picada...



Foi a senhora, madame???

Ontem, no show da Ana Carolina, no Canecão, uma senhora (60 anos, mais ou menos) cantava alegremente ao meu lado.
Logo na segunda música ela soltou a voz no refrão:
- Fui quem bebi, comi a Madona!!!!!!
Da forma que a senhora cantou, Tia, eu não tenho dúvidas!
Parabéns!


sábado, 12 de abril de 2008

Best-seller

O livro está no balcão de uma banca de jornais aqui no Jardim Botânico.
Título da obra:

"A história da Lili. A terrorista e o mestre de masturbação"

Abaixo do título, um adendo: "Uma história real".

Jamais duvidei.



sexta-feira, 11 de abril de 2008

Música com coca-cola e sonho de valsa

Recentemente Luiza Possi gravou "Folhetim", de Chico Buarque (o chique agora é falar "releitura"). Bela interpretação da moça, aliás. Além de ser uma linda canção, "Folhetim" é uma das músicas que têm nomes de produto entre os seus versos.
Digo "uma das" pois só me lembrei de duas. A outra é "Último romântico", de Lulu Santos. E não lembrei de mais nenhuma!!
Portanto, está lançado o desafio: se alguém lembrar de mais alguma música que cite marcas (famosas ou não), é só mandar que eu publico com crédito no "Joio&Trigo".

Seguem abaixo os trechos de "Folhetim" e "Último romântico".

"Folhetim"

E, se tiveres renda
Aceito uma prenda
Qualquer coisa assim
Como uma pedra falsa
Um sonho de valsa
Ou um corte de cetim

"Último romântico"

Só falta abandonar a velha escola
Tomar o mundo feito coca-cola
Fazer da minha vida
sempre o meu passeio público
E ao mesmo tempo fazer dela o meu
caminho só, único



Eu quero uma Fernandinha para mim!!

Algumas óticas têm colocado em suas portas um display da ES-PE-TA-CU-LAR Fernanda Vasconcellos (André Marques, com todo respeito, ok?). A musa está anunciando uma marca de óculos.
Devo informar que se alguma ótica tiver o seu display furtado, o mesmo poderá ser encontrado lá em casa. Resistirei bravamente para devolver.


Esclarecimento oportuno

Tem muita gente falando basteira por aí.
A indenização que será paga ao Jaguar não tem nada a ver com subsídio do governo ao etanol.
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.



quinta-feira, 20 de março de 2008

A letra: Menino Grande (Antônio Maria)

No ótimo cd de Maria Bethânia e Omara Portuondo, destaque para a segunda faixa. O arranjo bem cuidado de "Menino Grande" valorizou a bela canção de Antônio Maria.

Menino Grande (Antônio Maria)

Dorme, menino grande
Que eu estou perto de ti
Sonha o que bem quiseres
Que eu não sairei daqui

Eu gosto tanto
do carinho que ele me faz
Faz tanto bem
o beijo que ele me traz

As horas passam, ligeiras,
felizes
Sem a gente sentir
Ele está ao meu lado,
com o corpo cansado
Precisa dormir

Dorme, menino grande
Que eu estou perto de ti
Sonha o que bem quiseres
Que eu não sairei daqui


Oh vento não faz barulho
Meu amor está dormindo
Oh, mar não bata com força
Porque ele está dormindo

Dorme, menino grande
Que eu estou perto de ti
Sonha o que bem quiseres
Que eu não sairei daqui