Lula até estranhou o assédio. George Bush, Mahmoud Ahmadinejad, todo mundo puxava o presidente brasileiro para um canto, hoje, durante a 62ª Assembléia Geral da ONU. E tome pergunta! Mas Lula não tinha a resposta que eles queriam e todos saíram frustrados.
Produção de etanol? O futuro do biocombustível?. Não, nada disso. Eles só queriam saber quem matou a Taís. Lula disse: "Eu não sei de nada, mas a Federal vai apurar, doa a quem doer".
Ahmadinejad acha que foi o Olavo. Será?
terça-feira, 25 de setembro de 2007
A ONU quer saber!
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
O verso
Em "Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda" tem uma música chamada "Foguete", de Roque Ferreira e Jota Velloso. Pois essa obra-prima começa já metendo o pé na porta.
"Tantas vezes eu soltei foguete
Imaginando que você vinha
Ficava cá no meu canto calada
Ouvindo a barulheira
Que a saudade tinha"
"Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda"
Vale a pena por vários motivos.
Tem Maria Bethânia. Basta.
Tem Dona Canô, que dá vontade de levar para casa. Dona Canô fez 100 anos. E a gente quer mais.
Tem Caetano (falando pouco).
Tem mãe, filha e filho cantando "Felicidade", de Lupcínio Rodrigues.
Tem "Foguete", de Roque Ferreira (vai ter um post só para essa música, mais especificamente para os versos iniciais).
Até a crítica feita por alguns amigos ao documentário - tem música demais e documentário de menos - vira qualidade. Tem música demais, mesmo. E boa demais.
COISA ESQUISITA
Em campanha aberta para se tornar o menor portal do mundo, "Joio&Trigo" estréia hoje uma nova coluna. "COISA ESQUISITA" pretende mostrar essas coisas esquisitas com as quais esbarramos todos os dias. Pode ser um objeto, uma placa de rua, um monumento, uma manchete de jornal, qualquer coisa.
Pensei em botar o nome de coisa estranha. Mas achei esquisito e portanto, vai coisa esquisita mesmo.
Na estréia, uma mensagem esquisita que aparece na tela do caixa eletrônico do Bradesco. Nos caixas antigos, que estão sendo substituídos, o povo enfiava o cartão (nos modernos o cartão fica preso enquanto você opera a máquina). Pois a ordem para enfiar o cartão era, no mínimo, deselegante: "Introduza o cartão na leitora".
Pega mal, não pega???
domingo, 23 de setembro de 2007
Eu sei, viu?
Ontem teve gente que saiu de casa para evitar ver o Supercine. O nome do filme era "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado".
Alguns (vários) por aí ficaram tensos com o título ("coisa mais idiota"), e, por via das dúvidas, preferiram evitar.
Gente que estava cansada, pronta para dormir, já de pijama e meia soquete com pompom, ligou para a namorada e namorado, pro amigo, pra amiga, e convidou para um chopinho, para jogar conversa fora, teve gente até que foi jogar dominó na praça.
Conheço bem esse tipo de pessoa. São as mesmas que vão torcer para a primavera passar rápido.
sábado, 22 de setembro de 2007
Chegaram cedo, hein!!
Meus amigos, essa aconteceu na noite deste sábado no Armazém Digital, no Leblon, cinema que tem as melhores cadeiras do Rio de Janeiro. Pois lá estava eu no assento H3, esperando o início do ótimo "Maria Bethânia - Pedrinha da Aruanda", quando duas senhoras chegaram. Olharam os dois assentos ao meu lado, já ocupado por outras duas senhoras, e disseram: "Também compramos H1 e H2". As duas sentadas se entreolharam, assustadas, já se sentindo no MST, quando uma das recém-chegadas pegou os dois ingressos da mão da amiga e voltou à bilheteria para se informar sobre o engano.
Alguns minutos de constrangimento, as duas sentadas conversando baixinho e olhando para a outra que tinha ficado em pé esperando a amiga voltar...Coisa chata. Mas a amiga voltou rápido, com um sorriso amarelo-ouro, quase mostarda, fulminou a amiga que esperara em pé aquele tempo todo (bem feito).
- Fulana, você comprou ingresso para amanhã - disse amiga, com rancor controlado.
Resumo da ópera: o documentário sobre Maria Bethânia ficou com um gostinho de "De volta para o futuro".
Nada como um dia após o outro.
Bienal do Livro: as figuras exóticas
Elas estavam lá. Todas. De dois em dois anos eu as encontro (que saudade....). As figuras exóticas da Bienal do Livro. Sem elas, Bienal não é Bienal.
1) Professoras-histéricas-guias-de-alunos-com-o-diabo-no-corpo: Pedro Almodóvar esteve na Bienal antes de fazer "Mulheres à beira de um ataque de nervos". E se inspirou nas professoras, santas que levam seus alunos em busca do saber. Algumas são figuras bíblicas. Ontem, vi uma que parecia Moisés levando seu povo para atravessar o Mar Vermelho. O mar se abriu e foi criança para tudo quanto é lado. Vermelho mesmo estava o rosto dela, perto de fazer uma loucura. Calma, Tia!
2) As normalistas da Terceira Idade: são figuras rodrigueanas. Acho o maior barato que as pessoas busquem seus sonhos independentemente da idade, mas não deixa de ser exótico ver uma mulher de quase quarenta anos de uniforme com meia branca até o joelho. Mas, no fundo, é bonito. É um traço de pureza. É um desafio ao tempo. Fiquei com saudade da minha bota ortopédica, que usei até 8 anos para curar o meu pé chato (não curou e a chatice subiu, tomando conta do resto do corpo).
3) O vendedor-que-não-sabe-nada: ele geralmente disfarça e devolve com uma pergunta difícil. Mas alguns são desatentos (estou sendo elegante). "Senhor, quem é o autor?" é a pergunta que a gente mais ouve depois de dizer o nome do livro e O NOME DO AUTOR!.
4) Crianças: o verdadeiro ser humano puro. O futuro do Brasil. Um sopro de vida em nossos corações. Mas precisa correr e fazer pique-esconde na Bienal, porra?!?!?!!?
5) O rapaz-ou-moça-do-caixa-e-a-pergunta-cretina: o sujeito compra quatro livros. E recebe a pergunta: "O senhor quer bolsa?". Não, amigo, precisa, não...Ele é equilibrista, vai levar na cabeça.
Bienal do Livro: uma constatação
É impressionante como ainda se lê "O Pequeno Príncipe".
Ontem, na Bienal, duas meninas do Colégio Militar estavam atrás de mim na fila, cada uma com um "Príncipe" na mão.
E no estande da Companhia das Letras vi uma menina de sorriso metálico (usava aparelho) lamentar, ao celular: "Mãe, só consegui comprar o Pequeno Príncipe".
Como "só", menina? Você acha pouca coisa????
Em tempo: não li "O Pequeno Príncipe".
Peço desculpas a todos.
Bienal do Livro: uma feira mística
Eu desisti definitivamente de ser místico em 1981, quando Everton marcou o terceiro gol do São Paulo e eliminou o Fogão na semifinal do Campeonato Brasileiro. Ali eu percebi que o mundo tinha um caráter duvidoso e decidi caminhar pelas próprias pernas . Mas ontem, na Bienal do Livro, percebi que as pessoas estão cada vez mais místicas.
É impressionante a quantidade de estandes de editoras de livros religiosos, místicos, misteriosos, de auto-ajuda. E como eles vendem!! Vi uma senhora sair com uma bolsa que tinha pelo menos seis ou sete livros e todas as respostas para os enigmas do mundo e da alma. Impressionante como as mulheres estão místicas (pensando bem, acho que eu tenho que me tornar místico...).
Muita gente está atrás das respostas, mesmo sem saber as perguntas. Ontem na Bienal tive a certeza disso. Aliás, estou sendo injusto. Os místicos também sabem quais são as perguntas. Ontem as principais eram: "tem desconto?" e "dá para parcelar no cartão?".
Afinal de contas, há de se praticar a auto-ajuda.
Bienal do Livro: o amor é lindo
Andava eu pelos corredores cheios da Bienal, quando esbarrei nele...o amor.
Um adolescente puxa o que eu imagino que seja a sua namorada, também novinha, pura, para um corredor menos transitado e sapeca um daqueles beijos que puxam ar dos alvéolos. Aqueles que misturam o sangue arterial com o venoso.
Ao lado deles, o estande da Casa da Palavra.
Em alguns momentos, as palavras são desnecessárias.
Bienal do Livro: uma tarde com Tio Sukita
Estive ontem na Bienal do Livro, programa que, por razões óbvias, só faço de dois em dois anos. E na (enorme) fila da Ediouro presenciei um diálogo inusitado.
Atrás de mim duas meninas do Colégio Militar, devidamente uniformizadas, prontas para a guerra. E um senhor se dirigiu a elas. Estava confuso, não sabia se havia sido indelicado ao passar na frente na fila. E fez a pergunta.
- Queridas, estou atrás ou na frente de vocês?
Uma delas, mascando chiclete, nem aí para o mundo, disparou.
- Tanto faz, tio.
Tio, isso sim é um golpe militar.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Três pérolas em "Samba Meu"
Maria Rita acaba de lançar um disco de sambas, ""Samba Meu". O resultado é bom, simpático. E tem três músicas que valem o investimento. Uma delas já citei no post imediatamente anterior a esse, "Maltratar não é direito", de Arlindo Cruz e Franco.
As outras duas são de Edu Krieger. Uma delas é obra-prima: a antológica "Novo amor" (que também foi gravada por Roberta Sá). Choro com cara de choro antigo e que dá vontade de chorar, tal o lirismo da melodia e da letra. E a descontraída "Maria do Socorro", que na letra "é a fim do zé galinha, mas namora o zé cachorro".
Vale a pena conferir.
O verso
"Um amor só é bom quando é pra dois
Eterno é antes e depois"
(do samba "Maltratar não é direito", de Arlindo Cruz e Franco, do recém-lançado "Samba Meu", de Maria Rita).
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
O país de Renan e Obina
É a vitória da impunidade!!
No país do Renan, o Obina foi condenado...
Será que não dá para transferir o julgamento do senador para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva?
O Obina deu uma cotovelada (que não se justifica) e levou 120 dias. Com o mesmo critério, o Renan estaria fora do Brasileirão e só voltaria na Copa do Brasil de 2011!!
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Mara Maravilha na Veja
Mara Maravilha (lembra dela?) deu curta e sensacional entrevista à Veja. E na primeira resposta, fez história:
"Quando uma mulher aparece nua numa revista, ela faz aflorar os desejos de um homem. Depois, não vai conseguir supri-los. Isso é pecado".
Maravilha, Mara.
Só não ficou claro o seguinte: pecado é tirar a roupa ou pecado é tirar e não suprir?
Se suprir, tá beleza?????
O meu despertador
Depois de três viagens seguidas, dormindo em hotéis com medo de perder a hora e chegar atrasado aos compromissos profissionais, chegou a hora de fazer uma homenagem a ele. Ele é o meu despertador. Comprei em Valença (RJ), recentemente. Veio do interior, mas de pacato não tem nada.
Meus amigos, o meu despertador não desperta. Ele anuncia o fim do mundo. Ele não toca, ele faz escândalo. Já acordei com taquicardia por causa dele.
Aí você me pergunta: como é o som? É uma sirene. É um alarme contra incêndio, sem o incêndio. É a versão moderna das trombetas de Gideão. Ele tinha que ter bula informando os efeitos colaterais.
O meu medo hoje não é mais deixar de acordar. É dormir para sempre depois de ouvir mais um chamado dele.
Aí você me pergunta novamente: por que você continua usando essa arma letal? Porque não há hipótese de você não acordar. Você se assusta, mas acorda. Você vai tomar banho com palpitação, mas não chega atrasado.
Por isso, rendo a ele a minha homenagem. Obrigado por tudo, amigo.
Minha musa nas alturas
Ontem voltei de Manaus pela TAM ("Tamos Atrasados Mesmo"). Já acomodado na poltrona, cinto afivelado, lia a minha revista enquanto o comissário fazia aquela coreografia ridícula para mostrar os procedimentos de segurança. Eis que surge ela.
Eu já vi muita aeromoça bonita, mas o que eu vi ontem foi inacreditável.
Pele clara, um metro e oitenta, mais ou menos. Cabelo preto. Olhos castanhos, levemente lacrimejados, o que me agrada muito. O sorriso não era escancarado, banal, mas fazia aparecer uma covinha em cada canto do rosto. Narizinho arrebitado. Artesanato de Deus.
Prometi a mim mesmo: se essa coisa começar a balançar e o fim dos tempo (para os presentes) se anunciar como inevitável, peço ela em casamento (ela não tinha aliança) e o comandante celebrará a nossa união depois de ouvir o controlador aéreo dizer "FUDEU".
Num determinado momento, começou a balançar. Pensei, é agora. Mas ela estava colocando aquele avental azul para começar o serviço de bordo e imediatamente fechei os olhos. Noivo não pode olhar o vestido da noiva antes da cerimônia.
Ela não me serviu, pois desfilava no lado oposto do avião. Se ela me perguntasse "bebida, senhor?" eu juro que ia responder: "Champagne, para nós dois".
Mas ela continuou lá, eu aqui do outro lado, ao lado de um rapaz que não parava de balançar a perna (tinha turbulência própria) e não nos encontramos. Talvez tenha sido melhor assim. A turbulência parou (a do avião, pois a do rapaz ao meu lado continuou...), o avião pousou, o comandante disse "portas em manual", saí apressado para pegar a conexão em Guarulhos.
Em resumo, não casei com ela.
E tudo voltou ao normal. Eu, aqui na terra, levando a vida. E o avião, lá em cima, com duas covinhas.
sábado, 15 de setembro de 2007
"Aiou Menun"
MANAUS (AM) - Essa eu aprendi hoje aqui em Manaus, com um descendente da tribo Baré (que também é nome de guaraná aqui no Amazonas).
Seu Astério é uma figuraça e me perguntou o se eu sabia o significado do nome que está no titulo desse post.
Antes, porém, gostaria de me desculpar, pois esse é um blog-família-de-caráter-pedagógico-educativo, que não costuma divulgar grosserias. Mas a causa é nobre: a divulgação do NHENGATU, língua geral dos povos indigenas. Portanto, relevem o conteúdo da nota e vejam pelo ângulo cultural, se é que isso é possível.
"AIOU MENUN" significa, em nhengatu, "ME FODO".
Peço aos amigos que não espalhem muito isso por aí. Caso contrário, eu "aiou menun".
Saudações índigenas.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Suando na terra do meu pai
MANAUS (AM) - Estou em Manaus a trabalho. É a terra do meu pai e pela primeira vez estou por aqui. Ele me avisou antes: você vai estranhar a umidade. Achei que era exagero dele. Não é.
O que eu transpirei hoje dá para inundar uma caatinga. A umidade é impressionante. E olha que a temperatura não estava nada demais - variava de 30 a 32 graus.
Achei que era exagero do meu pai, agora estou sentindo na pele, literalmente, que é sempre bom ouvir os mais velhos.
Faltou humildade. E sobra umidade.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
E o homem dos bois foi absolvido...
Estamos deitados no vagão de um trem desgovernado. Lá fora, 40 homens atirando contra nós.
Esse é o Brasil. Um trem sem freio no meio de um tiroteio.
E nós é que pagamos as balas.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Nem toda graça sai de graça...
Adesivo que vi ontem num carro:
"Esse aqui eu ganhei de Deus!"
Mas o IPVA é por sua conta, malandro!
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Ah, eu tô maluco!!!!
Frase de Cuca, técnico do Botafogo, após a derrota para o Náutico por 4 a 1.
- Chegou a hora de vestir a camisa de força...
Não está muito errado não, né?
domingo, 9 de setembro de 2007
Duas placas em Minas do Leão
MINAS DO LEÃO (RS) - Duas placas, em duas casas distintas, me chamaram a atenção na passagem pela simpática Minas do Leão, no interior gaúcho.
A primeira anunciava a presença de perigosos cachorros. Propaganda enganosa. Eram dois vira-latas pequenos e inofensivos, um deles rouco (deve ser por causa do chimarrão). A placa dizia:
"CUIDADO. CÃO SARNENTO, PULGÜENTO E NEURÓTICO".
Quanto à segunda placa, vou me limitar a transcrever o conteúdo, sem comentários.
"JESUS VAI VOLTAR".
Pelo sim, pelo não...Comportem-se, cachorros!
sábado, 8 de setembro de 2007
"Ê, ôô, vida de gaaaado..."
BUTIÁ (RS) - Peço atenção de vocês para importante relato do Jornal Sobral, que circula aqui em Butiá e Minas do Leão.
Furto Abigeato (é a manchete...)
"Segundo José Fernando Almeida, na noite de 1º de setembro, furtaram em um dos campos de sua fazenda, localizada no município de Minas do Leão, dois bovinos (vaca), ambos de raça Angus. Os animais foram abatidos no local, onde ficaram apenas os couros, as cabeças e as patas".
Barbaridade.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
A mulher das palavras cruzadas
PORTO ALEGRE (RS) - Hoje, ao meu lado, no avião, uma moça fazia palavras cruzadas. Misteriosas as mulheres de palavras cruzadas (as de pernas cruzadas mais ainda...).
Num dado momento, reparei que ela foi lá atrás no livrinho e colou uma palavra que estava lhe atormentando e impedindo de fechar a página. Sem constrangimento e com um certo ar de desprezo pela palavra descoberta ("ah, era isso? esperava mais...").
Você está certa, moça. Tem mais é que colar mesmo. A vida é assim. O que falta a todos nós, na vida, é ter coragem de olhar a última página do livrinho. Estão lá as respostas. Mas nós não queremos ir lá.
A vida tem uma página lá no fim, com todas as respostas. Só não é preciso esperar o fim do livro para olhá-las. O bom é chegar no fim, olhar para trás e ter a noção que de você teve coragem de procurar as respostas.
Parabéns, minha companheira de vôo! Nada como uma mulher que voa, mas com os pés no chão.
Mário Quintana
PORTO ALEGRE (RS) - Já que estou na terra do inesquecível Mário Quintana, aqui vão alguns momentos geniais do gênio gaúcho (trechos do livro "Do Caderno H", da Editora Globo).
"Por vezes, quando estou escrevendo este cadernos, tenho um medo idiota de que saiam póstumos. Mas haverá coisa escrita que não seja póstuma? Tudo que sai impresso é epitáfio".
"Quando completei quinze anos, meu compenetrado padrinho me escreveu uma carta muito, muito séria: tinha até ponto-e-vírgula! Nunca fiquei tão impressionado na minha vida".
"A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas".
"O estilo é uma dificuldade de expressão".
Banheiro florido
PORTO ALEGRE (RS) - Essa eu li aqui em Porto Alegre, no "Zero Hora", na coluna "Diário de Milão", da colega Eduarda Streb (ela está na Itália acompanhando a estréia de Alexandre Pato no Milan).
O avião que levou a delegação do Milan para Kiev, onde o time italiano enfrentou o Dinamo local (Pato fez um dos gols no empate em dois a dois), é do dono do clube, Silvio Berlusconi. O "brinquedinho" custou 50 milhões de euros e tem flores no banheiro...
Deve dar até para morar nesse banheiro...
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Proposta indecente (mas necessária...)
Tuta, meu filho, quanto você quer para não enfrentar mais o Botafogo?
Nunca mais, ok?
domingo, 2 de setembro de 2007
O que sobra em Penápolis
PENÁPOLIS (SP) - Hoje é meu último dia aqui na simpática Penápolis. Uma cidade na qual sobram:
1 - Sorveterias
2 - Motos
3 - Mulheres bonitas (é impressionante...será que é a água daqui????)
As duas últimas são perigosas. Podem causar acidentes.